domingo, 7 de dezembro de 2025

002 de 365 | Gratidão, e tamo junto!


Oi gente! Tudo bem?
Chegando com nosso segundo post na sequência! Não é incrível? 
Gostaria de agradecer pela recepção do post anterior, e também as mensagens que vocês enviaram com tanto carinho! Obrigado mesmo, de coração!

Vou adorar ter o que conversar com vocês aqui. Infelizmente, não serão todos os dias em que realmente terei algo de relevante a dizer. Isso é um teste de constância, como disse ontem (06).

Bom domingo a todos e a todas!







sábado, 6 de dezembro de 2025

001 de 365 | O Cotidiano

Enquanto digito, vejo um filme na TV. No streaming, na verdade. Trata-se de "Juliet, nua e crua". Coloquei só porque sou fã da Rose Byrne. Na realidade, esperava mais do filme, e fiquei com vontade de postar aqui, depois de tanto tempo. E nem é depois de tanto tempo assim. Faz apenas alguns meses, um um mês e pouco, não lembro.

Se você se atentou ao título desse post, que criei antes de redigir o texto, deve ter notado que pretende ser o primeiro de uma série que quero escrever um por dia. Já esqueci o número de vezes que iniciei coisas tipo desafios. E esse nem é isso. É só porque quero tentar ser constante em algo. Nesse quesito internético, no caso.

A coordenadora do meu curso de Comunicação já tem falado comigo sobre TCC e estágio. Ou seja, 2026 será um ano maluco. Se só as aulas desse semestre já foram uma doideira, imagina um ano todo com projetos de extensão, TCC e estágio. E mesmo assim quero tentar postar uma foto aleatória e um vídeo musical. Esse último, nem a pau poderia faltar, né?

Tenho falado desse blog no meu podcast. De como mudei desde que o criei. Porque o Márcio que começou a escrevê-lo tinha 27 anos. E o que o revisita hoje tem 45. Imagina como 18 anos mudam a nossa cabeça? Que loucura... Alguém nasceu quando criei o blog, e esse alguém hoje tem 18 anos...

Meu podcast tem o título "Devaneios na madrugada". Um espaço no qual falo sobre coisas aleatórias. Tem valido a pena. Faço companhia para pessoas que tem insônia ou que gostam de ouvir enquanto fazem outras coisas.

E pra encerrar, pensei comigo: Por quê iniciar isso somente no dia 1º de janeiro?
Quero, dentro de um ano, estar aqui dizendo GENTE, CONSEGUIMOS POSTAR DURANTE UM ANO! Será possível? Se não for, pelo menos quero estar mais presente aqui. Vou criar a hashtag #MeuBlog para poder localizar quando quiser encontrar as coisas que vou escrever e ver e rever as fotos (uma, pelo menos) e os vídeos que pretendo postar. 

Meu Deus... O Ethan Hawke protagoniza o filme com a Byrne, e lembro dele em "Sociedade dos Poetas Mortos", e ele era tão novinho na época. Hoje... 

Não prometo que postarei todos os dias, mas a ideia é essa. E sempre que estiver por aqui, fica o convite para você curtir uma música comigo. Sempre do meu gosto, claro.
Seja bem-vindo e bem-vinda ao primeiro post de (quem sabe) 365.

segunda-feira, 20 de outubro de 2025

Pra iniciar a semana

Faltam poucos minutos para a meia-noite quando inicio esse texto, essa postagem.
Há pouco, concluí mais um exercício para a universidade, na disciplina Espanhol Instrumental. Matéria essa/idioma esse que nunca pensei estudar, mas que, como faz parte da grade curricular, tá na meta.

Gente... Como o tempo tá voando, né? Meu post mais recente aqui parece que foi de julho. Na ocasião, mencionei o Clube de Leitura do qual faço parte na Universidade.

De lá pra cá, entrei em mais dois. Mas esses, por puro interesse na leitura mesmo. O que quero dizer, é que esses dois não tem vínculo com a minha graduação. É porque voltei a amar a leitura.


Compartilhando o que andei lendo nesses tempos, na universidade, concluí O Sol é para todos, de Harper Lee. História comovente, que trata do racismo, numa época tenebrosa, que infelizmente, anda muito atual.
Como é bom ler e depois discutirmos nossos entendimentos! É sempre uma oportunidade de ver/enxergar coisas que nossa percepção ainda não havia captado.

No clube da Isabela Lubrano, do canal Ler Antes de Morrer, havia iniciado Moby Dick, de Herman Melville. Gente, abandonei. Acho que fui com muita sede ao pote nessa obra. Meu Deus... Que negócio arrastado... Minhas expectativas eram altíssimas. Acho que até por isso zarpei (com o perdão do trocadilho). Acompanho os vídeos da Isa, mas prefiro estar com ela e com a turma dela numa próxima Leitura Coletiva (LC, para os mais íntimos).

Já no Palavras Radioativas, da Reniére, tô lendo em LC As vinhas da Ira. Acho que, em minha vida de leitor, mesmo que amasse ler, não me imaginava lendo nada com mais de 700 páginas. Hoje, isso já é possível, lendo com outras pessoas (o que dá uma boa dose de ânimo), além de mergulhar no universo da obra e enriquecer vocabulário, ciência sobre determinada época (se passa na época da grande depressão norte-americana, por volta dos anos 30).
A Rê (como carinhosamente a chamamos) também fez um convite a fazermos leituras paralelas, na temática do Halloween. Enviou um vídeo para nós, apoiadores, e deu dicas de livros, dentre os quais, Nós já moramos aqui, escrito por Marcus Kliewer. Aliás, esse é seu livro de estreia. Pretendo ler tudo o que esse cara publicar! Gente... Esse livro é tipo aquelas séries ou filmes que, quando você termina de ver, fica criando várias e várias hipóteses para entender (ou tentar, pelo menos) o que houve na história. Terror psicológico que super recomendo!

Para continuar no clima de outubro, comecei Desenhos Ocultos, de Jason Rekulak. No momento desse post, estou no capítulo 19. Tá cada vez mais interessante! É terror também!

Algumas pessoas que leram minhas últimas publicações aqui, comentaram comigo, em minhas redes sociais, que pretendiam (e precisavam) retornar com o hábito da leitura. Comentei que, como comprei um Kindle pra mim, tenho lido mais, pois assino o Kindle Unlimited, e a versão para o e-reader, quando não está no catálogo do serviço, é bem mais em conta. Além disso, a leitura é imediata! Então, com esse dispositivo, me sinto como um "pinto no lixo"!

Antes de terminar o post e deixar a tradicional música pra vocês, falo um pouco do podcast Devaneios na Madrugada, que atualmente passa por um hiato.
É justamente por causa dos estudos e das leituras. Tenho me dedicado cada vez mais a essas realidades. Lembro que quando comecei o Jornalismo, perguntei para minha Professora Orientadora até qual parte do livro era para ler, para fazer as atividades! E ela: "Márcio... É pra ler o livro todo!"
Como estou indo quase para o sexto semestre, as matérias tem sido cada vez mais numerosas e simultâneas. Logo, não tenho tido tempo hábil para gravar o programa. Pretendo voltar com ele. Gosto bastante. Mas na vida, é preciso elencar prioridades, não é mesmo? 
Aproveito para agradecer imensamente quem me pergunta até hoje por novos episódios. Lisonjeado, de verdade!

Comecei a escrever antes da meia-noite, e agora passa da meia-noite e vinte e um minutos. 
Vou escolher uma música pra deixar pra gente curtir aqui. Afinal, música é o meu primeiro vício!
Literatura ocupa o segundo lugar no momento!

Excelente semana pra você. Obrigado por estar aqui.

terça-feira, 15 de julho de 2025

Vai sem título mesmo

Fico realmente feliz e lisonjeado quando alguém, através das minhas redes sociais, pergunta sobre o blog, se voltarei a escrever e/ou quando o farei.
Gostaria muito mesmo, de verdade, de ter conteúdo diário para poder compartilhar com vocês, também para treinar a minha escrita. Quando iniciei a minha graduação, eu vim aqui e disse que o faria, mas não contava com o volume de estudos que viriam pela frente! Ou seja, o tempo foi pro espaço, e como tomei gosto pela coisa, cada vez mais o tempo ia e vai embora. 
Obviamente ainda amo estar por aqui.

Refletindo sobre isso, quando ainda a página estava em branco aqui na minha frente, lembrava de anos atrás, quando eu tinha um emprego (na rádio) e tinha o dia todo para fazer o quê quisesse.
Sim. Tive um tempo no qual me dedicava somente à emissora. E nesse tempo, eu era um notívago. E também por esse motivo, eu tinha tempo de sobra e inspiração para escrever/publicar todos os dias.
Bons tempos! Mas é utopia achar que hoje isso seria possível.

O que posso dizer nos dias de hoje é que me apaixonei pela literatura, que tenho procurado ler cada vez mais. Além dos livros didáticos na universidade, na qual termino um e já inicio outro, estou participando de uma leitura coletiva (acho que já falei sobre isso aqui) e também fazendo uma leitura paralela, por conta própria.

Somado a isso, minha Professora Orientadora já comunicou que teremos nosso Clube do Livro nas próximas semanas. Ou seja, preciso terminar logo a leitura paralela para continuar com a leitura coletiva e iniciar a leitura do Clube do Livro.

Falando nisso, essa minha Professora esteve por aqui, lendo o blog! E agradeço imensamente pela visita, Professora Larissa Bezerra!

Ela publica artigos no Substack! Caso queira conhecer o trabalho dela (um dos muitos), clique ou toque aqui!

Bem, como disse, não tenho grandes novidades. E longe de mim querer encher linguiça, mas uma vez aqui, quero agradecer as pessoas que leram as minhas últimas postagens e imaginaram que meus textos seriam mais recorrentes. Eu também achava que seriam! Mas gente...

Estou tirando o atraso de tanto tempo que fiquei sem estudar!
E com isso de "lifelong learning", a tendência é nunca mais parar. Esse termo significa que estamos sempre aprendendo. Interessante, pois sempre gostei de dizer por onde passei que a vida é um eterno aprendizado. Aí, chego na universidade, e dizem a mesma coisa, mas em palavras e contextos diferentes.

Por falar em frases que utilizei, eu sempre disse que a inconstância mata qualquer coisa.
Não escrever aqui, durante um bom intervalo de tempo, por exemplo, faz com que o algoritmo não entregue o meu texto pra quase ninguém. E por isso, sei que a base de leitores que um dia existiu, se foi há muito tempo. Entendo assim que, se você chegou até aqui, é porque me acompanha em minhas redes sociais, e agradeço pela gentileza de sua leitura. 
Aproveito para explicar que hoje em dia, se não tenho algo de relevante para dizer, prefiro não dizer nada. Este texto mesmo! Fala quase sem falar. Mas quis estar aqui e agradecer à quem pergunta dos posts.

Faço um convite!

Dê uma olhadinha no histórico das minhas postagens. Terão muuuuitos textos, com vários temas e significados. O Márcio de hoje é resultado daquele Márcio de ontem. Ele não existe mais. Mas que bom! É sempre bom renovar e inovar!
Costumo dizer que não envelheço: viro um clássico. E em relação àquele Márcio daqueles muitos anos atrás, muita coisa foi ressignificada. Não só na minha vida, mas na vida de muita gente com quem andei. Nas nossas vidas, trabalhos, dia a dia e realidades.

Acho que também por isso, os temas se esvaíram.
Eu tinha bastante tempo para investir. Hoje, com o foco nos estudos, fico até meses sem ver quem eu via todo dia. Mas faz parte. É como aquele ditado que fala que as pessoas são como estrelas. Nem sempre as vemos, mas estão sempre lá.

Obrigado por ter passado por aqui.

À você que teve paciência em me ler, dedico "Say you love me", de Jessie Ware.

Até a próxima.

quinta-feira, 5 de junho de 2025

Caso Gabby Petito: um alerta sempre atual

Ontem a noite assisti o documentário "Homicídio nos EUA: Gabby Petito", e tava recordando que acompanhei esse caso "em tempo real" quando aconteceu.

Uma jovem que havia postado no seu canal recém lançado no YouTube um único vídeo, no qual narra o início da jornada que ela e seu noivo, Brian Laundrie, que foi assassinada por ele.

Por quê lembrei disso? 

Porque semanas atrás, tivemos nosso encontro do Clube do Livro, no qual lemos "A Sangue Frio", de Truman Capote (como já mencionei à vocês), e quando me foi dada a oportunidade de fala, disse pras pessoas que lá estavam que me senti em casa lendo aquele livro. Que gosto de casos assim. 
Acho, na verdade, que não me expressei direito na reunião, porque pode ter soado como se eu gostasse de desgraças, uma vez que Capote narra pra gente o assassinato da família Clutter, ocorrido em uma cidadezinha chamada Holcomb, no Kansas. Falei com uma certa "alegria" nos olhos que sou fã do canal Investigação Discovery, onde o produto é exclusivamente programas true crime (crimes reais).

Acho que dei tanta ênsafe na "normalidade" dos fatos, que devo ter assustado alguém. Pode ser que alguém tenha notado traços de psicopatia em mim. Deixo claro que não existe a menor possibilidade de eu apresentar isso, ok?  

Como futuro jornalista, preciso ter contato e acesso a diversas realidades. O mundo é diverso, complexo e complicado demais, dependendo de onde e como olhamos.

Mas vamos voltar ao caso Petito.

Gabby Petito, de 22 anos, que desapareceu enquanto viajava de van, com o noivo
Foto: wheresgabby.com

Se eu tivesse visto somente o vídeo que ela postou (vou publicá-lo logo abaixo), eu estranharia o fato de ela ter colocado que estavam iniciando a vida deles, uma vez que só ela parecia estar curtindo estar no vídeo. Brian até aparece sorrindo, comentando umas coisas, mas claramente, a ideia de ter o vlog era dela, e ele, parecia não curtir tanto.
Assistindo ao documentário, essa certeza é confirmada.

Por diversas vezes ele parece incomodado. Os vídeos de bastidores, que a polícia recuperou em suas câmeras e note, mostram isso.

O cara era possessivo. Amava de uma maneira que denotava a possessão da pessoa. Ele a queria somente pra si. Sabe aquela coisa que a gente vê, percebe, e quem tá no relacionamento abusivo não enxerga? Então... É disso que trata o documentário em três episódios, disponível na Netflix.

No primeiro, é retratado o início do relacionamento da Gabby com o Brian. Mas antes disso, fala sobre a vida dela, como era uma menina feliz. No segundo, partem para a busca (ela ficou vários dias sumida, incomunicável), e no terceiro, o desfecho de tudo.

Vale como alerta, para abrir os olhos de muita gente que passa pela mesma situação nos dias de hoje. 
Nichole, mãe da Gabrielle (seu nome de batismo), criou a Fundação Gabby Petito, para auxiliar pessoas que passam pela mesma tristeza. Clique no endereço pra conhecer: https://gabbypetitofoundation.org

Algo que é retratado no documentário, e que me chamou a atenção, foi a comoção das pessoas em querer ajudar a encontrá-la. Através das redes sociais, pessoas que viviam nas proximidades relatavam quando a tinham visto pela última vez, pessoas que deram carona ao Brian, sem saber que ele havia cometido um crime... 

É muito comum quando pessoas desaparecem, a população da internet postar e repostar informações de quem precisa ser encontrado. Já aconteceu em minha família, e o suporte foi muito bom, também pela torcida e pelas orações de quem a gente nem conhece.

Enfim, fica a dica para esse documentário. O caso ocorreu em 2021, é bem recente. Tá fresco na memória. Lembro de torcer para que a encontrassem com vida. Infelizmente, não foi o que aconteceu. Também torci para que pegassem o Brian (que foi ajudado pelos pais a acobertar o crime, "diga-se de passage"), o que também não aconteceu.

É, meuza migos e minhaza migas... O tema hoje não foi tão leve, mas vale a informação e o cuidado para que não caiamos em relacionamentos assim.

Assista abaixo, o primeiro e único vídeo que a Gabby postou em seu canal no YouTube:


Triste, né? Não fosse o ocorrido, e se ela não estivesse vivendo com esse rapaz, sabe-se lá quantos vídeos teríamos para acompanhá-la naquilo que ela tanto gostava de fazer... Que esteja descansando em paz.

Gostaria de agradecer à Juliana e a Mirela, pela gentileza dos comentários no post de ontem, Obrigado, meninas!

Como hoje tratamos de um fato no qual pessoas desapareceram, a temática da música será a mesma.
Ofereço a vocês, agradecendo o carinho de sempre.

Antes da música, uma informação importante: Não é que eu esteja me sentindo a última bolacha do pacote, e nem a última Coca-Cola gelada no mundo, e nem por que acho que vocês ficariam desesperados(as) se eu não postar todos os dias. Mas isso pode ocorrer, tá? Ou por causa dos estudos, trabalhos... Qualquer que seja o motivo. Para treinar minha escrita e gramática, pretendo estar sempre por aqui. Mas pode ocorrer de falhar de vez em quando. Não desistam de mim! Fiquem ligados(as) nas minhas redes sociais. Quando postar algo, divulgo o link por lá. No passado, já me "obriguei" a postar todos os dias. E já sabem, né? Tudo o que vira uma obrigação...

Pra Ju e pra Mirela (e pra você que leu até aqui também), Fort Minor, "Where'd you go".