Salve, minha gente!
Como vocês estão? Espero que bem!
Quero iniciar este post agradecendo a Juliana de Paula e a Suellen dos Anjos, que tão carinhosamente escreveram comentários no último post que escrevi, e que simplesmente não estavam aparecendo devido um bug na plataforma Disqus, que eu usava aqui no blog.
Pelo visto, a política do Google andou limando umas facilidades que tínhamos por aqui, e como o app era de uma empresa "terceira", pelo visto, dificultaram.
Mas obrigado, Ju e Su! Amei o quê escreveram! Sintam-se convidadas a estar sempre por aqui! Afinal de contas, já li por aí que o blog é uma mídia morta.
Tudo bem que hoje ela não tem mais o espaço que tinha uns 20 anos atrás. Este blog, por exemplo, começou a ser publicado por mim em 18 de setembro de 2007. Misericórdia... Faz tempo... E como eu tinha cabelo àquela época... Saudade...
Mas então.
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| Foto aleatória só pra ilustrar o post |
Por favor! Me façam feliz dando feedback dos meus posts! Hoje entendo que as redes sociais imperam. Inclusive, no Jornalismo, não podemos ficar para trás e se você é uma pessoa antenada, percebeu que até no (argh) TikTok os maiores canais de informação estão presentes. Logo... Preciso entender que lá também é preciso estar. Nessa que mencionei nunca estive e nem pretendo. Prefiro outros.
Acho que é porque estou ficando "clássico" (e não véi). Me recuso estar numa rede social na qual os vídeos duram quinze segundos e começa outro e dura quinze segundos e começa outros e dura quinze segundos e começa outro... Deus me livre.
Certa vez estava eu num "Pássaro Marron" (é assim mesmo que escreve), e um jovem estava na poltrona da frente, visualizando (acho) vídeos nessa rede que mencionei. E eu tava ouvindo uma música da Legião Urbana. Cês sabem que as letras da Legião tendem a ser um pouquinho compridas. Acho que o carinha viu uns trezentos e vinte e cinco vídeos enquanto eu ouvi uma música do Renato Russo & CIA.
E antes de ser acusado de xereta, deixa eu explicar: a tela do celular do moço tava sendo refletida na janela do busão. Por isso deu pra notar as dedadas frenéticas dele, mudando de vídeo antes mesmo que eles terminassem. Talvez por isso a juventude de hoje esteja tão ansiosa. Na terapia que fazia (e pretendo voltar), a doutora explicava isso pra mim, e a convivência que tive com alguns adolescentes/jovens não a deixavam mentir.
Eu ia comentar sobre os feedbacks, mas divaguei, como sempre!
Fiquei feliz com os comentários da Juliana e da Suellen porque havia muito tempo que não escrevia aqui! E saber que fui lido, me fez feliz! Hoje em dia, as pessoas leem cada vez menos (ainda acho um absurdo terem tirado o acento circunflexo dos ditongos), e escrever e ser lido, é realmente um privilégio!
Queria ter falado da reunião que tive hoje com a minha editoria do podcast da Universidade, sobre a nova série que comecei a ver com minha mãe (a gente termina uma e começa outra), do novo jogo que comecei no PS5 (Alan Wake II)... Mas se eu fizer isso, queimo os cartuchos muito rápido, e fico sem ter o quê escrever nos próximos dias.
Por isso, conto com sua presença nos próximos posts!
Vou fazer uma pausa na escrita pra escolher o clipe de hoje. Um momento.
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Olha... Vou contar uma coisa pra vocês, viu... Fui lá no YouTube e cliquei na aba de músicas e o quê o algoritmo me mostrou... Que "tistreza"...
Escolhi uma música com a mulher que vive num castelo, morando somente com seus gatos (e empregados, acredito eu), que não faz shows e nem turnês, e que nem por isso nunca deixou de fazer sucesso!
Tá... Eu sei... Esse tipo de música faz muita gente ter sono... E TÁ TUDO BEM (Bjo, Drª Isabela)!
Mas o quê posso fazer se amo cordas, sopro, vocais e afins...?
Senhoras e senhores, com vocês, a linda voz etérea de Eithne Pádraigín Ní Bhraonáin!
Ou Enya, para os mais íntimos. So I could find may way!








