domingo, 16 de agosto de 2026

Constatação


Fiz uma viagem no tempo.
Vi que o post anterior foi o menos visitado da história desse blog. Justamente onde tratei do tema da preguiça que as pessoas tem de ler com tamanha veemência de minha parte.

Pode ser esse também um dos motivos pela tamanha falta de interesse, neste caso.

Ainda bem que não dependo deste blog para viver! Estaria em maus lençóis!

Disto isto, como já mencionei no início deste post, fiz uma viagem no tempo.
Sempre fui dado às emoções. E ler tudo o quê escrevi em determinadas épocas, me remeteu ao tempo em que me considerava muito saudosista. Não que ainda não o seja. Mas acredito que a gente vá ficando calejado com o tempo, e por isso todos mudamos. Mudamos nossa maneira de ver o mundo, as pessoas, as realidades, e a nós mesmos.

Imagem: Boris Thaser

Acredito que pro jovem de hoje em dia, este texto não diga muita coisa.
Lá atrás, quando uma pessoa mais experiente me dizia alguma coisa no sentido de que "a vida ensinaria", isso me acertava de outra maneira. Não que eu não acreditasse. Mas ainda não era tempo de me preocupar com aquilo. E hoje, depois de dezenove anos de blog, percebo que realmente a gente muda. Em relação a maneira de vermos o mundo, as pessoas, as realidades e a nós mesmos.

Que o mundo muda, a gente sempre soube.
Lembro do meu saudoso pai dizendo que "os tempos são outros", que "as coisas estavam mudando muito rápido". E olha que as redes sociais nem existiam. Muito menos a IA. Existiam projetos, ideias sobre isso? Pode ser que sim. Mas seria assunto só para dali a décadas.

E cá estamos nós, hoje, em pleno 2026. 

Comecei esse blog numa terça-feira. Num 18  de setembro, lá em 2007.
E meu Deus... Quanta coisa registrei por aqui... Quanta coisa vivi. Quanta coisa queria ter vivido. 
Quantas pessoas entraram e saíram da minha vida. Em quantas vidas entrei, estive presente e hoje não estou mais...

Faz parte do processo. 
Constatação de que tudo muda. E que tudo precisa mudar. Afinal, o mundo vive girando.

Existe uma frase (não se e um ditado) que diz que o rio nunca é o mesmo. As águas estão sempre correndo. Tenho que os segundos em nossa vida fazem de nós rios, corredeiras.

Quem está hoje, pode não estar amanhã, e vice-versa. Resta a certeza da incerteza.

Acho que escrevo cada vez mais para um número menor de pessoas. Não só pelo meu pecado da irregularidade, que desanima qualquer um de acompanhar qualquer coisa. Mas porque, em tempos de algoritmo, quem não persiste, desaparece. 

Eu sempre disse que a inconstância mata qualquer coisa.

Quem diria que na era da informação, isso soaria de forma tão atual.

quinta-feira, 13 de agosto de 2026

ESCREVENDO AOS/ÀS QUE AINDA NÃO DESISTIRAM DE LER

 Caramba.
Faz tempo. Um belo tempo.

Lembro que teve um ano no qual eu postei só uma vez. E quando bem mais jovem, durante um período postei todos os dias. 

Mas isso foi há muito tempo.

Até porque cada dia mais as pessoas não tem vontade de ler mais nada.
Ler dá trabalho. Cansa.
Quem consegue ler qualquer coisa nessa correria do dia a dia?

Até nos veículos de comunicação temos visto casos de "ajudinhas" à quem não tem esse tempo todo para se informar.
Basta que se coloque tudo em tópicos, que o texto seja "lido" pela IA pra você não perder tempo passando seus olhos pelas linhas, ou ainda basta um resumo do texto.

E o editor? Coitado. Onde fica nisso?

Estou a poucos semestres de me formar em Jornalismo. E confesso que o futuro é amedrontador.
Não pelo fato de ingressar nessa carreira, mas por ver que até nos meios que já mencionei, a mania de "enlatar" as coisas tem vigorado.

Hoje já existem "novelinhas" de dois minutos de duração. 

Claaaaro! Imagina alguém parar quarenta e quatro minutos que é o tempo médio de qualquer programa na TV devido os comerciais que somados, dão uma hora?

TV? Já era. Hoje a bola da vez é o streaming. E não me entenda mal! Sou um grande entusiasta e consumidor dessa mídia. Mas tela vertical? Produções com dois minutos?

Não me admira que os adolescentes e os jovens de hoje estejam cada vez mais passando por problemas de crises de ansiedade e depressão.

Imagem: iStock

Que aflição que dá ficar dentro de uma sala de cinema, onde você não pode pausar o filme quando quer para dar atenção àquele seu amigo que tem mandado mensagem na sua rede social predileta, não é verdade?
Isso sem contar aqueles "véi" (como eu) que ficam chiando quando você acessa a tela do seu smartphone e a luz dele manda pro espaço a escuridão que você acha desnecessária àquele ambiente...

Talvez por isso hoje em dia, eu prefira esperar um, dois meses, as produções ficarem disponibilizadas no streaming. É menos cansativo. Menos estressante. Menos decepcionante.

Um colega de curso disse que hoje em dia, os pais precisam se render à essa loucura dos filhos sobre correr com tudo, com o fato de não ter paciência para nada. Acho que Deus me preservou de não ser pai ainda. Meus amigos que já o são merecem uma medalha. Acredito ser um grande desafio educar nessa época onde tudo é passageiro. 

O título deste post remete ao quê já mencionei. ao invés de a leitura ser incentivada, quanto mais subterfúgios existirem para que as pessoas "não percam seu preciosíssimo tempo" lendo, melhor. 

Já já vão falar que ler é coisa do passado. É só ver o número de "audiolivros" aumentando.
Não sou contra as novas tecnologias. Ser assim seria ir contra a maré, dar murro em ponta de faca.

Mas não consigo deixar de imaginar para onde é que caminha o nosso futuro.

Vejo gente se gabar que leu um tanto de livros num determinado período de tempo, e pergunto como conseguiu. A resposta: "Ouvindo!"
Como já falei com minhas queridas do clube de leitura (98% são mulheres, e 2% somos homens e ainda assim o que efetivamente participa sou somente eu), pra mim, o verbo "ler" é diferente do verbo "ouvir". Ler consiste em você passar os olhos pela tela, compreender o quê se vê na página ou na tela. Eu mesmo amo meu Kindle. Ouvir, você coloca lá o áudio e vai fazer qualquer outra coisa. Lendo, as palavras entram pelos olhos. Ouvindo, pelos ouvidos. 
Penso que o conteúdo chegará para ambos, independente de como será consumida a obra. E afinal de contas, cada um faz o quê quiser, do jeito que bem entender. Não sou ninguém na fila do pão para tecer regras (pra não usar a outra palavra que acho que você já fez ideia), nem desejo e nem desejaria fazê-lo.  E tá tudo bem, como diz a psicóloga.

Hoje, dou meu pitaco no recorte do tempo através dessa mídia que, só de olhar, muita gente desistiu de consumir só pelo tamanho do textão.

Se você chegou até aqui, você é parte da resistência. 
E estamos juntos.
Vamos ver aonde isso tudo vai dar.

Que os deuses e deusas da Literatura nos protejam.


P.S.: Feliz ano novo.

quarta-feira, 10 de dezembro de 2025

005 de 365 | Manual para quem se sente perdido

 

Na quietude da madrugada, este episódio é um convite para quem carrega a sensação de estar sem rumo. Entre reflexões, metáforas e pequenos exercícios de pausa, construímos juntos um manual simbólico para atravessar momentos de incerteza. Reconhecer o sentimento, dar passos pequenos, buscar apoio, redescobrir o que importa e aceitar o mistério da vida: cada parte é uma lanterna acesa na escuridão.
Mais do que respostas, este devaneio oferece companhia, palavras que abraçam e imagens que iluminam. 

Porque estar perdido não é fracasso — é apenas estar em trânsito para um novo começo.

terça-feira, 9 de dezembro de 2025

004 DE 365 | Quase esqueci!

Eu jurava que já tinha postado hoje...
Mas tá valendo, ainda tá dentro da meta de um post por dia!
Vou colocar uma imagem com o spoiler do tema do podcast da madrugada desta quarta.
Pra quem ainda não sabe, publico sempre na madrugada de quarta-feira, o "Devaneios na Madrugada".
Aqui, a capa da edição de hoje (que vou começar a gravar e a produzir agora):


É isso, minha gente.
Até daqui a pouquinho, de madrugada. Vou postar o episódio via YouTube aqui pra quem quiser conhecer e ouvir. Valeu!

segunda-feira, 8 de dezembro de 2025

003 de 365 | Dia especial!

Neste domingo, foi o Crisma do Miguel, menino lindo (hoje já um adolescente) que vi crescer! Filho do Xande e da Kátia, minha parça de música no Magnificat!
Felicidades, meu querido! Deus continue te abençoando hoje e sempre!


domingo, 7 de dezembro de 2025

002 de 365 | Gratidão, e tamo junto!


Oi gente! Tudo bem?
Chegando com nosso segundo post na sequência! Não é incrível? 
Gostaria de agradecer pela recepção do post anterior, e também as mensagens que vocês enviaram com tanto carinho! Obrigado mesmo, de coração!

Vou adorar ter o que conversar com vocês aqui. Infelizmente, não serão todos os dias em que realmente terei algo de relevante a dizer. Isso é um teste de constância, como disse ontem (06).

Bom domingo a todos e a todas!







sábado, 6 de dezembro de 2025

001 de 365 | O Cotidiano

Enquanto digito, vejo um filme na TV. No streaming, na verdade. Trata-se de "Juliet, nua e crua". Coloquei só porque sou fã da Rose Byrne. Na realidade, esperava mais do filme, e fiquei com vontade de postar aqui, depois de tanto tempo. E nem é depois de tanto tempo assim. Faz apenas alguns meses, um um mês e pouco, não lembro.

Se você se atentou ao título desse post, que criei antes de redigir o texto, deve ter notado que pretende ser o primeiro de uma série que quero escrever um por dia. Já esqueci o número de vezes que iniciei coisas tipo desafios. E esse nem é isso. É só porque quero tentar ser constante em algo. Nesse quesito internético, no caso.

A coordenadora do meu curso de Comunicação já tem falado comigo sobre TCC e estágio. Ou seja, 2026 será um ano maluco. Se só as aulas desse semestre já foram uma doideira, imagina um ano todo com projetos de extensão, TCC e estágio. E mesmo assim quero tentar postar uma foto aleatória e um vídeo musical. Esse último, nem a pau poderia faltar, né?

Tenho falado desse blog no meu podcast. De como mudei desde que o criei. Porque o Márcio que começou a escrevê-lo tinha 27 anos. E o que o revisita hoje tem 45. Imagina como 18 anos mudam a nossa cabeça? Que loucura... Alguém nasceu quando criei o blog, e esse alguém hoje tem 18 anos...

Meu podcast tem o título "Devaneios na madrugada". Um espaço no qual falo sobre coisas aleatórias. Tem valido a pena. Faço companhia para pessoas que tem insônia ou que gostam de ouvir enquanto fazem outras coisas.

E pra encerrar, pensei comigo: Por quê iniciar isso somente no dia 1º de janeiro?
Quero, dentro de um ano, estar aqui dizendo GENTE, CONSEGUIMOS POSTAR DURANTE UM ANO! Será possível? Se não for, pelo menos quero estar mais presente aqui. Vou criar a hashtag #MeuBlog para poder localizar quando quiser encontrar as coisas que vou escrever e ver e rever as fotos (uma, pelo menos) e os vídeos que pretendo postar. 

Meu Deus... O Ethan Hawke protagoniza o filme com a Byrne, e lembro dele em "Sociedade dos Poetas Mortos", e ele era tão novinho na época. Hoje... 

Não prometo que postarei todos os dias, mas a ideia é essa. E sempre que estiver por aqui, fica o convite para você curtir uma música comigo. Sempre do meu gosto, claro.
Seja bem-vindo e bem-vinda ao primeiro post de (quem sabe) 365.

segunda-feira, 20 de outubro de 2025

Pra iniciar a semana

Faltam poucos minutos para a meia-noite quando inicio esse texto, essa postagem.
Há pouco, concluí mais um exercício para a universidade, na disciplina Espanhol Instrumental. Matéria essa/idioma esse que nunca pensei estudar, mas que, como faz parte da grade curricular, tá na meta.

Gente... Como o tempo tá voando, né? Meu post mais recente aqui parece que foi de julho. Na ocasião, mencionei o Clube de Leitura do qual faço parte na Universidade.

De lá pra cá, entrei em mais dois. Mas esses, por puro interesse na leitura mesmo. O que quero dizer, é que esses dois não tem vínculo com a minha graduação. É porque voltei a amar a leitura.


Compartilhando o que andei lendo nesses tempos, na universidade, concluí O Sol é para todos, de Harper Lee. História comovente, que trata do racismo, numa época tenebrosa, que infelizmente, anda muito atual.
Como é bom ler e depois discutirmos nossos entendimentos! É sempre uma oportunidade de ver/enxergar coisas que nossa percepção ainda não havia captado.

No clube da Isabela Lubrano, do canal Ler Antes de Morrer, havia iniciado Moby Dick, de Herman Melville. Gente, abandonei. Acho que fui com muita sede ao pote nessa obra. Meu Deus... Que negócio arrastado... Minhas expectativas eram altíssimas. Acho que até por isso zarpei (com o perdão do trocadilho). Acompanho os vídeos da Isa, mas prefiro estar com ela e com a turma dela numa próxima Leitura Coletiva (LC, para os mais íntimos).

Já no Palavras Radioativas, da Reniére, tô lendo em LC As vinhas da Ira. Acho que, em minha vida de leitor, mesmo que amasse ler, não me imaginava lendo nada com mais de 700 páginas. Hoje, isso já é possível, lendo com outras pessoas (o que dá uma boa dose de ânimo), além de mergulhar no universo da obra e enriquecer vocabulário, ciência sobre determinada época (se passa na época da grande depressão norte-americana, por volta dos anos 30).
A Rê (como carinhosamente a chamamos) também fez um convite a fazermos leituras paralelas, na temática do Halloween. Enviou um vídeo para nós, apoiadores, e deu dicas de livros, dentre os quais, Nós já moramos aqui, escrito por Marcus Kliewer. Aliás, esse é seu livro de estreia. Pretendo ler tudo o que esse cara publicar! Gente... Esse livro é tipo aquelas séries ou filmes que, quando você termina de ver, fica criando várias e várias hipóteses para entender (ou tentar, pelo menos) o que houve na história. Terror psicológico que super recomendo!

Para continuar no clima de outubro, comecei Desenhos Ocultos, de Jason Rekulak. No momento desse post, estou no capítulo 19. Tá cada vez mais interessante! É terror também!

Algumas pessoas que leram minhas últimas publicações aqui, comentaram comigo, em minhas redes sociais, que pretendiam (e precisavam) retornar com o hábito da leitura. Comentei que, como comprei um Kindle pra mim, tenho lido mais, pois assino o Kindle Unlimited, e a versão para o e-reader, quando não está no catálogo do serviço, é bem mais em conta. Além disso, a leitura é imediata! Então, com esse dispositivo, me sinto como um "pinto no lixo"!

Antes de terminar o post e deixar a tradicional música pra vocês, falo um pouco do podcast Devaneios na Madrugada, que atualmente passa por um hiato.
É justamente por causa dos estudos e das leituras. Tenho me dedicado cada vez mais a essas realidades. Lembro que quando comecei o Jornalismo, perguntei para minha Professora Orientadora até qual parte do livro era para ler, para fazer as atividades! E ela: "Márcio... É pra ler o livro todo!"
Como estou indo quase para o sexto semestre, as matérias tem sido cada vez mais numerosas e simultâneas. Logo, não tenho tido tempo hábil para gravar o programa. Pretendo voltar com ele. Gosto bastante. Mas na vida, é preciso elencar prioridades, não é mesmo? 
Aproveito para agradecer imensamente quem me pergunta até hoje por novos episódios. Lisonjeado, de verdade!

Comecei a escrever antes da meia-noite, e agora passa da meia-noite e vinte e um minutos. 
Vou escolher uma música pra deixar pra gente curtir aqui. Afinal, música é o meu primeiro vício!
Literatura ocupa o segundo lugar no momento!

Excelente semana pra você. Obrigado por estar aqui.

terça-feira, 15 de julho de 2025

Vai sem título mesmo

Fico realmente feliz e lisonjeado quando alguém, através das minhas redes sociais, pergunta sobre o blog, se voltarei a escrever e/ou quando o farei.
Gostaria muito mesmo, de verdade, de ter conteúdo diário para poder compartilhar com vocês, também para treinar a minha escrita. Quando iniciei a minha graduação, eu vim aqui e disse que o faria, mas não contava com o volume de estudos que viriam pela frente! Ou seja, o tempo foi pro espaço, e como tomei gosto pela coisa, cada vez mais o tempo ia e vai embora. 
Obviamente ainda amo estar por aqui.

Refletindo sobre isso, quando ainda a página estava em branco aqui na minha frente, lembrava de anos atrás, quando eu tinha um emprego (na rádio) e tinha o dia todo para fazer o quê quisesse.
Sim. Tive um tempo no qual me dedicava somente à emissora. E nesse tempo, eu era um notívago. E também por esse motivo, eu tinha tempo de sobra e inspiração para escrever/publicar todos os dias.
Bons tempos! Mas é utopia achar que hoje isso seria possível.

O que posso dizer nos dias de hoje é que me apaixonei pela literatura, que tenho procurado ler cada vez mais. Além dos livros didáticos na universidade, na qual termino um e já inicio outro, estou participando de uma leitura coletiva (acho que já falei sobre isso aqui) e também fazendo uma leitura paralela, por conta própria.

Somado a isso, minha Professora Orientadora já comunicou que teremos nosso Clube do Livro nas próximas semanas. Ou seja, preciso terminar logo a leitura paralela para continuar com a leitura coletiva e iniciar a leitura do Clube do Livro.

Falando nisso, essa minha Professora esteve por aqui, lendo o blog! E agradeço imensamente pela visita, Professora Larissa Bezerra!

Ela publica artigos no Substack! Caso queira conhecer o trabalho dela (um dos muitos), clique ou toque aqui!

Bem, como disse, não tenho grandes novidades. E longe de mim querer encher linguiça, mas uma vez aqui, quero agradecer as pessoas que leram as minhas últimas postagens e imaginaram que meus textos seriam mais recorrentes. Eu também achava que seriam! Mas gente...

Estou tirando o atraso de tanto tempo que fiquei sem estudar!
E com isso de "lifelong learning", a tendência é nunca mais parar. Esse termo significa que estamos sempre aprendendo. Interessante, pois sempre gostei de dizer por onde passei que a vida é um eterno aprendizado. Aí, chego na universidade, e dizem a mesma coisa, mas em palavras e contextos diferentes.

Por falar em frases que utilizei, eu sempre disse que a inconstância mata qualquer coisa.
Não escrever aqui, durante um bom intervalo de tempo, por exemplo, faz com que o algoritmo não entregue o meu texto pra quase ninguém. E por isso, sei que a base de leitores que um dia existiu, se foi há muito tempo. Entendo assim que, se você chegou até aqui, é porque me acompanha em minhas redes sociais, e agradeço pela gentileza de sua leitura. 
Aproveito para explicar que hoje em dia, se não tenho algo de relevante para dizer, prefiro não dizer nada. Este texto mesmo! Fala quase sem falar. Mas quis estar aqui e agradecer à quem pergunta dos posts.

Faço um convite!

Dê uma olhadinha no histórico das minhas postagens. Terão muuuuitos textos, com vários temas e significados. O Márcio de hoje é resultado daquele Márcio de ontem. Ele não existe mais. Mas que bom! É sempre bom renovar e inovar!
Costumo dizer que não envelheço: viro um clássico. E em relação àquele Márcio daqueles muitos anos atrás, muita coisa foi ressignificada. Não só na minha vida, mas na vida de muita gente com quem andei. Nas nossas vidas, trabalhos, dia a dia e realidades.

Acho que também por isso, os temas se esvaíram.
Eu tinha bastante tempo para investir. Hoje, com o foco nos estudos, fico até meses sem ver quem eu via todo dia. Mas faz parte. É como aquele ditado que fala que as pessoas são como estrelas. Nem sempre as vemos, mas estão sempre lá.

Obrigado por ter passado por aqui.

À você que teve paciência em me ler, dedico "Say you love me", de Jessie Ware.

Até a próxima.

quinta-feira, 5 de junho de 2025

Caso Gabby Petito: um alerta sempre atual

Ontem a noite assisti o documentário "Homicídio nos EUA: Gabby Petito", e tava recordando que acompanhei esse caso "em tempo real" quando aconteceu.

Uma jovem que havia postado no seu canal recém lançado no YouTube um único vídeo, no qual narra o início da jornada que ela e seu noivo, Brian Laundrie, que foi assassinada por ele.

Por quê lembrei disso? 

Porque semanas atrás, tivemos nosso encontro do Clube do Livro, no qual lemos "A Sangue Frio", de Truman Capote (como já mencionei à vocês), e quando me foi dada a oportunidade de fala, disse pras pessoas que lá estavam que me senti em casa lendo aquele livro. Que gosto de casos assim. 
Acho, na verdade, que não me expressei direito na reunião, porque pode ter soado como se eu gostasse de desgraças, uma vez que Capote narra pra gente o assassinato da família Clutter, ocorrido em uma cidadezinha chamada Holcomb, no Kansas. Falei com uma certa "alegria" nos olhos que sou fã do canal Investigação Discovery, onde o produto é exclusivamente programas true crime (crimes reais).

Acho que dei tanta ênsafe na "normalidade" dos fatos, que devo ter assustado alguém. Pode ser que alguém tenha notado traços de psicopatia em mim. Deixo claro que não existe a menor possibilidade de eu apresentar isso, ok?  

Como futuro jornalista, preciso ter contato e acesso a diversas realidades. O mundo é diverso, complexo e complicado demais, dependendo de onde e como olhamos.

Mas vamos voltar ao caso Petito.

Gabby Petito, de 22 anos, que desapareceu enquanto viajava de van, com o noivo
Foto: wheresgabby.com

Se eu tivesse visto somente o vídeo que ela postou (vou publicá-lo logo abaixo), eu estranharia o fato de ela ter colocado que estavam iniciando a vida deles, uma vez que só ela parecia estar curtindo estar no vídeo. Brian até aparece sorrindo, comentando umas coisas, mas claramente, a ideia de ter o vlog era dela, e ele, parecia não curtir tanto.
Assistindo ao documentário, essa certeza é confirmada.

Por diversas vezes ele parece incomodado. Os vídeos de bastidores, que a polícia recuperou em suas câmeras e note, mostram isso.

O cara era possessivo. Amava de uma maneira que denotava a possessão da pessoa. Ele a queria somente pra si. Sabe aquela coisa que a gente vê, percebe, e quem tá no relacionamento abusivo não enxerga? Então... É disso que trata o documentário em três episódios, disponível na Netflix.

No primeiro, é retratado o início do relacionamento da Gabby com o Brian. Mas antes disso, fala sobre a vida dela, como era uma menina feliz. No segundo, partem para a busca (ela ficou vários dias sumida, incomunicável), e no terceiro, o desfecho de tudo.

Vale como alerta, para abrir os olhos de muita gente que passa pela mesma situação nos dias de hoje. 
Nichole, mãe da Gabrielle (seu nome de batismo), criou a Fundação Gabby Petito, para auxiliar pessoas que passam pela mesma tristeza. Clique no endereço pra conhecer: https://gabbypetitofoundation.org. 

Algo que é retratado no documentário, e que me chamou a atenção, foi a comoção das pessoas em querer ajudar a encontrá-la. Através das redes sociais, pessoas que viviam nas proximidades relatavam quando a tinham visto pela última vez, pessoas que deram carona ao Brian, sem saber que ele havia cometido um crime... 

É muito comum quando pessoas desaparecem, a população da internet postar e repostar informações de quem precisa ser encontrado. Já aconteceu em minha família, e o suporte foi muito bom, também pela torcida e pelas orações de quem a gente nem conhece.

Enfim, fica a dica para esse documentário. O caso ocorreu em 2021, é bem recente. Tá fresco na memória. Lembro de torcer para que a encontrassem com vida. Infelizmente, não foi o que aconteceu. Também torci para que pegassem o Brian (que foi ajudado pelos pais a acobertar o crime, "diga-se de passage"), o que também não aconteceu.

É, meuza migos e minhaza migas... O tema hoje não foi tão leve, mas vale a informação e o cuidado para que não caiamos em relacionamentos assim.

Assista abaixo, o primeiro e único vídeo que a Gabby postou em seu canal no YouTube:


Triste, né? Não fosse o ocorrido, e se ela não estivesse vivendo com esse rapaz, sabe-se lá quantos vídeos teríamos para acompanhá-la naquilo que ela tanto gostava de fazer... Que esteja descansando em paz.

Gostaria de agradecer à Juliana e a Mirela, pela gentileza dos comentários no post de ontem, Obrigado, meninas!

Como hoje tratamos de um fato no qual pessoas desapareceram, a temática da música será a mesma.
Ofereço a vocês, agradecendo o carinho de sempre.

Antes da música, uma informação importante: Não é que eu esteja me sentindo a última bolacha do pacote, e nem a última Coca-Cola gelada no mundo, e nem por que acho que vocês ficariam desesperados(as) se eu não postar todos os dias. Mas isso pode ocorrer, tá? Ou por causa dos estudos, trabalhos... Qualquer que seja o motivo. Para treinar minha escrita e gramática, pretendo estar sempre por aqui. Mas pode ocorrer de falhar de vez em quando. Não desistam de mim! Fiquem ligados(as) nas minhas redes sociais. Quando postar algo, divulgo o link por lá. No passado, já me "obriguei" a postar todos os dias. E já sabem, né? Tudo o que vira uma obrigação...

Pra Ju e pra Mirela (e pra você que leu até aqui também), Fort Minor, "Where'd you go".

quarta-feira, 4 de junho de 2025

O que li, o que vou começar a ler a e agradecimentos

Que sensacional!

Tenho muito que agradecer a recepção da minha volta ao blog! Quanta gente atendeu o meu apelo no post de ontem, no qual pedi (pelamor) que me dessem feedbacks! E senti que todos foram de coração!

Gente, pra não perder o foco, vamos combinar o seguinte: sempre que alguém comentar nos comentários (olha a redundância aí, minha geeeeeente), quando estiver terminando o post, dedico a música que sempre posto à essas pessoas, beleza? Já faço saber também que ativei os avisos no meu e-mail quando alguém comentar, para que eu possa autorizar a publicação o quanto antes! Sim. O Google tem como padrão a moderação de todo e qualquer comentário. Tá tudo certo. Acho que é até bom para o bom andamento dos trabalhos! Então, ao final do texto de hoje, cito as pessoas que me fizeram felizes com seus comments e mando a "musga pcêis"! 

Feita a introdução, bora lá. 
Hoje quero falar do que li e do que vou começar a ler.


Terminei nesta terça (03), a leitura de "Todas as cores da escuridão". Gosto muito de obras que tragam um bom suspense. Gosto disso nas séries, nos filmes, nos jogos... E nos livros e contos, não seria diferente. 

Tempos atrás, no Clube do Livro da nossa Universidade, lemos "A sangue frio", de Truman Capote. Adorei o livro! Tinha pouco mais de quatrocentas páginas.
Daí pensei: Quem lê quatrocentas, lê setecentas!

Nossa... Por mais interessante que o livro seja, eu não estava acostumado com isso... Chegavam momentos no livro em que a história parecia não andar... Mas daí eu já tinha lido mais de trezentas páginas. Eu não abandonaria como fiz com "As Brumas de Avalon" que larguei com mais de duzentas lidas. 
Fui firme até o final, e digo que valeu bastante a pena. O livro é repleto de reviravoltas, plot twists e muito mais só que... NO FINAL DO LIVRO!
Pensem! O negócio (pra mim) começou a ficar bom mesmo, daquele jeito que não dá vontade de parar, mais para o final!
Dei 4,5 estrelas lá no Skoob. Aliás, se quiserem me seguir por lá, e acompanhar o quê ando lendo e meus históricos de leitura, cliquem aqui e façam uma conta. É de grátis: https://bit.ly/marcioskoob.
Não vou fazer uma resenha completa aqui, mas digo que a jornada valeu a pena.

Porém...


Decidi ir mais de boas à partir de agora, pelo menos, na minha próxima leitura. 
Comprei no Kindle o livro "O Oitavo Vilarejo", do escritor brasileiro Gustavo Rosseb. O cara manja das artes (inclusive musicais), e nos brinda com uma história que me parece fascinante, envolvendo o nosso folclore.

Moro no interior de São Paulo. Minhas avós, que hoje já moram no Céu, viviam contando histórias de assombração pra gente. Minha mãe também fazia bastante isso. Hoje não, porque ela não tem tempo pra isso. Mas se um dia ela estiver disposta, ela sabe que sou um maravilhoso ouvinte.

Que delícia quando chegava o tempo da quaresma e a gente pedia que elas contassem esse tipo de histórias pra gente...! Quando digo a gente, refiro-me a mim, meu irmão e meus primos.

Lendo a sinopse do livro, lembrei um pouco da série "Cidade dos Homens", que a Netflix fez o desfavor de descontinuar logo após a segunda temporada. E nós, fãs, ficamos sem entender o motivo, pois foi sucesso no Brasil e no exterior. Tratou do nosso folclore como pouquíssimas produções no nível altíssimo do streaming o fizeram. Que pena. Queria muito poder continuar vendo a história da Cuca que, na série, não era um jacaré, mas uma borboleta, interpretada pela (suspiros) Alessandra Negrini...

Voltando ao livro, sei que ele tem como título principal "As aventuras de Tibor Lobato". Este "O Oitavo Vilarejo" é o primeiro de três livros da saga. Já tô vendo que terminando esse, vou engrenar nos outros dois. São curtinhos. Esse primeiro tem pouco mais de duzentas páginas, e é no estilo literatura infanto-juvenil. Embora eu seja um senhor de cof cof (omite-se) anos de idade, sempre serei apaixonado por esse gênero literário. Foi o que me fez amar literatura aaaaaaaanos atrás...

Aqui pelo post, vou deixar as capas dos livros, tanto do que li, quanto do que estou para começar a ler.

E agora, falando de vocês, leitores e leitoras que comentam...
Leitoras, né? Não vi nenhum marmanjo escrevendo nada lá. Sem problemas!
Mulherada representando!

Quero agradecer imensamente o carinho de vocês, que tiraram um tempinho para escrever mensagens de apoio, dizendo gostar do meu estilo de escrita, que estão retomando também o hábito de ler, através desse humilde espaço que tenho aqui com vocês!

Como já disse anteriormente, todos os comentários precisam ser aprovados por mim. Para ser mais célere, ativei os avisos no meu e-mail. Tenham certeza de que, sempre que possível, o quanto antes, vou ler, publicar e responder as mensagens com as quais vocês me presentearem!

No post de hoje, quero agradecer a Juliana de Paula, Suellen dos Anjos, Raquel (bjo, prima), Gilminha Vilela, Mirela Ribeiro, Nath Trevisoli, Thais Dias e Amanda Machado! Meninas, vocês não tem noção do quão feliz fiquei com cada linha que vocês escreveram! Gratidão mesmo, de coração!
Quero agradecer também a você que chega aqui através das minhas redes sociais, e que por vezes, deixa lá o seu carinho! Obviamente que minha memória não ajudaria nesse quesito. Aqui, os nomes que citei, o Blogger me ajuda! Hehehe! Mas todos(as) tem meu agradecimento e meu carinho! OBRIGADO!

A música que quero mandar pra vocês hoje (clipe), chegou até mim através do meu WhatsApp, na noite da segunda. Mas como tava ocupado, falei pro meu irmão, que foi quem mandou, que via depois e tals...

Claro que passou o dia todo, e não lembrei. Daí, ele esteve em casa na noite desta terça, e falou pra mim e pra minha mãe, para vermos o clipe e gente... O negócio é de suar os olhos. Não vou dar spoiler. Assista e tire suas conclusões.

Parece que não é uma música nova, mas eu não conhecia. É do Lewis Capaldi. O clipe tem dois anos desde que foi lançado, na verdade. Pode ser que você que me lê neste momento já até a conheça. Se conhece, acredito que entenda que vale a pena ver de novo!

Dedico às pessoas que citei, às que não citei, à quem conheço e quem desconheço! Obrigado por estar aqui! Até o próximo post.


P.S.: Segundo o YouTube, mais de setenta e três milhões de pessoas já assistiram a esse clipe. Eu que cheguei atrasado mesmo! 

segunda-feira, 2 de junho de 2025

Sem título porque não pensei em nada interessante

Salve, minha gente!
Como vocês estão? Espero que bem!

Quero iniciar este post agradecendo a Juliana de Paula e a Suellen dos Anjos, que tão carinhosamente escreveram comentários no último post que escrevi, e que simplesmente não estavam aparecendo devido um bug na plataforma Disqus, que eu usava aqui no blog.

Pelo visto, a política do Google andou limando umas facilidades que tínhamos por aqui, e como o app era de uma empresa "terceira", pelo visto, dificultaram.

Mas obrigado, Ju e Su! Amei o quê escreveram! Sintam-se convidadas a estar sempre por aqui! Afinal de contas, já li por aí que o blog é uma mídia morta.
Tudo bem que hoje ela não tem mais o espaço que tinha uns 20 anos atrás. Este blog, por exemplo, começou a ser publicado por mim em 18 de setembro de 2007. Misericórdia... Faz tempo... E como eu tinha cabelo àquela época... Saudade...

Mas então. 

Foto aleatória só pra ilustrar o post

Por favor! Me façam feliz dando feedback dos meus posts! Hoje entendo que as redes sociais imperam. Inclusive, no Jornalismo, não podemos ficar para trás e se você é uma pessoa antenada, percebeu que até no (argh) TikTok os maiores canais de informação estão presentes. Logo... Preciso entender que lá também é preciso estar. Nessa que mencionei nunca estive e nem pretendo. Prefiro outros.

Acho que é porque estou ficando "clássico" (e não véi). Me recuso estar numa rede social na qual os vídeos duram quinze segundos e começa outro e dura quinze segundos e começa outros e dura quinze segundos e começa outro... Deus me livre.

Certa vez estava eu num "Pássaro Marron" (é assim mesmo que escreve), e um jovem estava na poltrona da frente, visualizando (acho) vídeos nessa rede que mencionei. E eu tava ouvindo uma música da Legião Urbana. Cês sabem que as letras da Legião tendem a ser um pouquinho compridas. Acho que o carinha viu uns trezentos e vinte e cinco vídeos enquanto eu ouvi uma música do Renato Russo & CIA. 

E antes de ser acusado de xereta, deixa eu explicar: a tela do celular do moço tava sendo refletida na janela do busão. Por isso deu pra notar as dedadas frenéticas dele, mudando de vídeo antes mesmo que eles terminassem. Talvez por isso a juventude de hoje esteja tão ansiosa. Na terapia que fazia (e pretendo voltar), a doutora explicava isso pra mim, e a convivência que tive com alguns adolescentes/jovens não a deixavam mentir.

Eu ia comentar sobre os feedbacks, mas divaguei, como sempre!

Fiquei feliz com os comentários da Juliana e da Suellen porque havia muito tempo que não escrevia aqui! E saber que fui lido, me fez feliz! Hoje em dia, as pessoas leem cada vez menos (ainda acho um absurdo terem tirado o acento circunflexo dos ditongos), e escrever e ser lido, é realmente um privilégio!

Queria ter falado da reunião que tive hoje com a minha editoria do podcast da Universidade, sobre a nova série que comecei a ver com minha mãe (a gente termina uma e começa outra), do novo jogo que comecei no PS5 (Alan Wake II)... Mas se eu fizer isso, queimo os cartuchos muito rápido, e fico sem ter o quê escrever nos próximos dias.

Por isso, conto com sua presença nos próximos posts!

Vou fazer uma pausa na escrita pra escolher o clipe de hoje. Um momento.

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Olha... Vou contar uma coisa pra vocês, viu... Fui lá no YouTube e cliquei na aba de músicas e o quê o algoritmo me mostrou... Que "tistreza"...

Escolhi uma música com a mulher que vive num castelo, morando somente com seus gatos (e empregados, acredito eu), que não faz shows e nem turnês, e que nem por isso nunca deixou de fazer sucesso!

Tá... Eu sei... Esse tipo de música faz muita gente ter sono... E TÁ TUDO BEM (Bjo, Drª Isabela)!

Mas o quê posso fazer se amo cordas, sopro, vocais e afins...?

Senhoras e senhores, com vocês, a linda voz etérea de Eithne Pádraigín Ní Bhraonáin!

Ou Enya, para os mais íntimos. So I could find may way! 

domingo, 1 de junho de 2025

Matando a saudade

Entramos hoje no sexto mês do ano de 2025. 


E faz mais de um ano que não apareço por aqui.

E isso porque eu disse, tempos atrás, que devido meus estudos, me seria benéfico escrever mais. Lembra disso? Pois é. Tem sido mesmo! Só que nos próprios trabalhos da Universidade.

O intuito dessa postagem é, antes de tudo, dizer um oi pra você que tem sentido falta dos nossos podcasts, das lives que fazíamos, e para alguns que me leem, até da minha presença, que foi diminuindo com o passar do tempo.

Quando fui iniciar minha graduação, fiz uma pesquisa sobre como era para um estudante, levar a vida de estudante. Descobri que cada um tem sua experiência (lógico). Existem aqueles que se dedicam "marrômeno", existem aqueles que fazem o que dá e tá bom demais, e existem os que se dedicam ao máximo para que tenha um ótimo êxito naquilo que buscam se formar.

No meu caso, sempre digo que não estudo. Me divirto!

Quem me conhece há muito tempo, ou que me lê aqui já há algum tempo, sabe do amor que sempre tive pela Comunicação. Trabalhei vinte e quatro anos em rádio. Tive uma webrádio durante um curto período de tempo, e fique com o Publicai, nosso podcast, durante três anos (quase quatro).

Mesmo assim, tentei me aventurar pelo curso de Administração de Empresas. Atualmente trabalho como atendente, e por isso, acreditei que essa formação me seria útil. Claro que seria, mas não me identifiquei de maneira alguma com o quê me era proposto.

Tranquei a matrícula. E posteriormente, desisti de vez.

Até que um dia, recebi um e-mail da Universidade na qual estudo hoje, e me deu um estalo: Por quê não perguntar se oferecem a graduação em Jornalismo? A resposta foi positiva, e eis que estou entrando no meu terceiro ano. Já já, falta só um pra eu me formar! E quis compartilhar com você essa minha alegria!

E acabo de ter a ideia de enviar o link dessa postagem para a minha Professora Orientadora. Encho a paciência dela! Aproveito ao máximo para tirar minhas dúvidas, compartilhar ideias, e ela sempre solícita. Ávida leitora! É uma das pessoas que mais me animam a ler! Adquiri um Kindle, inclusive. Tenho lido bastante. 

Falando em ler bastante, lembro de uma fala do meu pai, que hoje já mora no céu, na qual ele dizia que eu "precisava ler menos, e estudar mais"! Na simplicidade dele, ele não entendia que ler, era uma forma de estudar, de enriquecer o vocabulário, a gramática e tudo o quê envolve a leitura e a escrita.

Cheguei a ler todos os livros de uma biblioteca, na escola. Entregava um, pegava outro emprestado. E por aí foi!

Falando em livros, estou lendo, no momento, "Todas as cores da escuridão", de Chris Whitaker. Tô gostando! Pretendo (e preciso) ler várias obras que a minha Professora indica, inclusive...! O farei o quanto antes!

Estava com saudade de falar com você.

Fazendo jus ao podcast, que sempre foi um canal de comunicação que tive contigo, para encerrar, compartilho o fato de ter terminado um game que, pra mim, leva o título de Game of The Year (premiação que ocorre todos os anos, em dezembro, elegendo os melhores jogos lançados no ano) fácil!

Trata-se de "Clair Obscur: Expedition 33", desenvolvido pela Sandfall Interactive, um estúdio com "trinta pessoas e um cachorro". Dá para notar o amor que eles depositaram no projeto. 

Em mensagens em redes sociais, que inclusive direcionei à eles, disse que aquilo não é um jogo, mas uma obra de arte! Trata-se de um RPG de turnos, algo que muitos pensavam não estar em voga nos últimos tempos. É verdade que infelizmente, os lançados mais recentemente deixaram muito a desejar, mas acredite: não é o caso deste aqui!

Como sempre trago um clipe musical, o de hoje, faz parte da trilha sonora do game, que tem por título "Lumiére", que é o nome de onde o jogo se passa (França).

Quem me conhece (pessoalmente ou por aqui), sabe que amo música assim!

Tava com saudade! Muito bom falar com você! Um grande abraço.

domingo, 28 de abril de 2024

Oi gente!

Falarei sobre esse clipe na edição de amanhã, 29/04/2024 (episódio 150)!
Curtam o vídeo! É lindo!



domingo, 7 de abril de 2024

Uma lindeza com a Brenda!

Oi meu povo!
Tudo bem?!
Post rapidinho sobre uma música que mencionarei no episódio de amanhã, 08 de abril!
Confiram comigo a música "Diagnóstico", com a Brenda Danese!
Prestem bastante atenção à letra dessa música! 
Nos falamos logo pela manhã, ok? 
Até lá, minha gente!


terça-feira, 2 de abril de 2024

Participe da nossa história!

Evangelize com a gente!
Compartilhe nosso podcast! Contribua para que mais pessoas tenham acesso a esse trabalho de evangelização! O único intuito dele é levar às pessoas a Esperança através do áudio, das músicas, de sua participação! Um grande abraço! Tenha uma excelente semana! Deus abençoe a todos(as) nós! 


quarta-feira, 27 de março de 2024

Fazendo memória do episódio com participações na Pandemia

Oi minha gente, bom dia! Como estão? Espero que bem!

Ontem queria dar uma passada aqui. Esse blog é como um local no qual posso cumprimentá-los! 
Como disse no episódio 145 do nosso podcast, de anteontem, nem tudo consigo mostrar pra vocês num arquivo de áudio, e por isso, nessa nossa extensão de comunicação, fica mais fácil compartilhar arquivos multimídia com vocês!

Hoje, por exemplo, quero resgatar um episódio que foi e é muito importante como registro histórico em nossas vidas. Naquele 03 de abril de 2020, eu colocava no ar um episódio no qual algumas pessoas enviaram arquivos de áudio, dizendo o quê pensavam sobre o início da quarentena. Era tudo muito recente. Não recordo agora se naquele dia falava sobre números, mas em se tratando do período de publicação, as coisas não estavam tão alarmantes ainda. 

Imagem: Site Medicina S/A (26.01.2023)

Ouvi fragmentos de participações, e a calma no falar das pessoas ainda denotava uma esperança de que tudo aquilo não duraria muito. Quem diria que ficaríamos quase (ou mais de) 2 anos confinados, sem poder fazer tanta coisa, sem levar uma vida normal. De início, pensava-se que ficar em casa com a família seria (e foi, claro) benéfico para a convivência. Hoje, a psicologia estuda os efeitos negativos que foram acarretados por tudo aquilo. Vale a máxima que diz que "tudo o quê é de mais, estraga".

Pessoas tão queridas aos nossos corações partiram por causa do vírus. Famosos, anônimos, desconhecidos, amados... Tanta gente se foi. Pensava-se que o mundo seria um lugar melhor depois da tragédia do COVID-19, e hoje, temos duas grandes guerras em andamento.

Resta-nos orar e fazermos a nossa parte. Com certeza, aprendemos muito nesses anos que passaram. Já já esse episódio completará dois anos desde sua edição e publicação. Mas quis resgatar com vocês, pra mostrar que ainda estamos aqui. Que apesar das tristezas que muitos de nós sofremos, por causa da Pandemia, aprendemos a nos cuidar, a lutar pela vida e por dias melhores.

Na minha família, algumas pessoas se foram, desde aquela época, mas ninguém por causa do vírus. 
Meus sentimentos e minhas orações à todos(as) que tiveram entes queridos nas estatísticas tão tristes daquela época que iniciava e que durou tanto tempo. 

O vírus ainda circula. Mas graças a Deus e à Ciência, nossos corpos produziram anticorpos através das vacinas que tomamos. É verdade que muitos preferiram ir contra as resoluções da saúde, espalhando e acreditando em fake news, que até hoje circulam. O Brasil era exemplar em vacinações no mundo, e hoje, doenças que haviam sido erradicadas do nosso mapa ameaçam retornar porque pais acreditam que, vacinando seus filhos, estão os condenando à morte pelo Governo que quer diminuir a população mundial.

Não, amigos. A Terra não é plana. É preciso sabedoria e discernimento para não cair em falácias que nada tem a ver com pessoas que dizem querer o nosso bem. Mas isso é assunto para uma outra ocasião.

Fiquem agora com o episódio 22 do nosso podcast Publicai. Foi publicado em 03 de abril de 2020. Agradeço aqui, uma vez mais, as pessoas que tão amavelmente cederam seus arquivos de áudio com suas participações, fazendo daquele programa, um programa cheio de esperança.

Obrigado por estar aqui.

segunda-feira, 25 de março de 2024

Enquete para o programa de 08 de abril no ar!

 Oi minha gente! Tudo  suave? 
Bora participar do chat e votar no assunto que você quer ouvir os ouvintes conversando no nosso podcast?
Então clique aqui ó, https://bit.ly/chatpublicai para votar numa das seguintes opções:

a) Você se cuida por completo? Ou seja, corpo, mente e espírito?
b) As pessoas estão cada vez mais ansiosas. Na sua opinião, qual o motivo?
c) A Liturgia: você busca estudar e entender o quê celebramos na nossa Fé?

Você tem até domingo, dia 31/03 para votar, ok?

Para o dia 1º de abril, o tema vencedor foi "Na sociedade, você se porta como um cristão(ã)?! Pra você é fácil ou difícil vivenciar a sua fé?"

Durante a semana, estarei gravando com umas pessoas suas opiniões sobre o tema escolhido por vocês!
Gratidão pelo apoio! 

O sol ainda brilha!


Bom dia, minha gente!

Tudo certo? Espero que sim!
O podcast de hoje inicia com essa música, e vou falar no episódio sobre uma percepção que tive, assistindo a esse vídeo maravilhoso!
Vou começar a gravação do episódio agora, mas pra você que segue nosso blog, já fica a dica do vídeo!
Nos falamos já já, no episódio 145, que estará aqui, inclusive, assim que o Google liberar o link!
Vou ver se posto também o player do Spotify! Vamos ver se não esqueci como se faz isso! Ahaha!
Abraço! Curta o vídeo! Nos comentários, escreva se concorda com minha percepção! Se você ver algo "diferente" de mim, enriqueça a nossa conversa! Linda semana pra você! Pra gente!


Edit.: Com vocês, o episódio de hoje. Por motivo de acessibilidade, vou colocar o do YouTube!

sábado, 23 de março de 2024

Nossa primeira enquete!

Oi meu povo! Tudo bem?!
Como você que me lê deve saber, esse espaço é para regitrarmos tudo o quê acontece no âmbito do Podcast Publicai, bem como, sendo meu pessoal, postar as mais variadas coisas!

Hoje, por exemplo, venho falar da nossa enquete!
Tem 3 opções! Você vota numa delas, e a mais votada, fica sendo o tema da semana seguinte!
Eu tinha de ter pensado nisso antes, pra deixar mais tempo para mais gente participar! Mas suave!
Estou aprendendo com vocês!

A música de hoje é com Thiago Brado, "Guarda-chuva"! 
Ele fez essa música para o filho dele (que no clipe ainda tava dentro da barrida da mamãe)!
Abençoado final de semana pra gente!