terça-feira, 23 de outubro de 2012

A esperança não desanima!

Dias atrás, estávamos reunidos, conversando, e lembrando da época na qual tanta coisa era dita na questão de ser feliz de verdade, e buscar uma esperança em Deus que não nos desanimasse.

Foi então que o Little comentou uma coisa que me chamou a atenção: "É porque a impressão que temos hoje, é que tudo o que foi dito não deu certo. Era bonito, mas não funcionou."

Que coisa!

Acredito que por isso tanta gente tenha desanimado!


Como assim, não funcionou?

É, meus preclaros e preclaras.

Parece mesmo que aquilo que tá escrito, sobre "o amor arrefecer nos últimos tempos" já está acontecendo aí há um certo tempo.

A grande pergunta que me faço: Como então reverter essa situação?!
Os dias são cada vez mais difíceis. 
Mata-se com tanta naturalidade...

Costumo dizer que nunca vi uma gata, uma vaca ou outro bicho (animal) largar sua cria no lixo.
Já com os "seres inteligentes" a coisa já muda de figura...

É, meu povo. O fato, é que precisamos refletir sobre esse tipo de coisa se queremos uma realidade melhor para o nosso mundo, para a nossa convivência e até mesmo pra gente.

Sim, porque não fomos programados para sermos assim, tão frios. Eu não acredito nisso.

Às vezes, quando vejo certas reportagens na TV, comento com minha mãe que antigamente, aquilo causaria um choque em quem assistisse.

Hoje em dia... "Olha, mãe. Cortaram a cabeça de mais um... Alá, mãe, mais um esquartejamento..."

Daí vem a pergunta daqueles que questionam a existência de Deus ou, daqueles que sabem que Ele existe, e simplesmente se revoltaram contra o Mesmo.

Cadê Deus?! Onde Ele está?! Por que permite que esse tipo de coisa aconteça?!

Mas é assim mesmo.

Vamos culpar a Deus, não é mesmo? Afinal, isso tira a minha obrigação de lutar e agir por um mundo melhor.

Sei lá, viu... O que sei, é que mesmo pequenininhos diante de tanta tragédia gigantesca, ainda existem pessoas que buscam ajudar umas às outras. Que ainda se preocupam (e até choram por isso) com realidades às quais são submetidas...

Não percamos a esperança. A esperança não desanima!

Tudo bem. Eu sei que nem todas as pessoas pensam como eu. Pode ser que você seja um ateu, ou uma atéia. Não é essa a questão desse post. Sei que graças a Deus, muita gente passa por aqui, para ler meus singelos posts...

Para alguns (e são muitos), a Bíblia é só uma fábula, invenção de pessoas para deixar outras como "zumbis".

Independente do quê você acredita, quero hoje reiterar que estamos na luta! Vamos rezar, torcer por um mundo melhor!
E jamais perdermos a esperança!

Tem muita coisa boa acontecendo também. Mas o que dá publicidade são as desgraças.
Vamos buscar olhar as bençãos que acontecem por aí!
E publicá-las! Vale a pena!

Tamo junto?

Espero que sim!

A esperança não desanima! Não esqueça disso!

Sei que terei mais! Muito mais!

E você também pode! Basta acreditar! 


segunda-feira, 22 de outubro de 2012

Imaginando o seu sorriso

Olho para o vento, se é que isso é possível, e ouço o sussurrar do mesmo.

Um arrepio (por causa do ar gelado) invade o meu corpo.

Mas continuo. Sem desistir. Não posso. Não me é permitido.

Quem não permite? Eu mesmo!


Sigo convicto de cada passo que dou. 
Devagar, é verdade. Mas sou adepto da idéia de que "devagar se vai ao longe".
Tá certo que o meu tempo é diferente do tempo das pessoas. Mas nunca tive problema com isso.
E não é agora que vou começar à tê-lo.


Não quis deixar de registrar isso aqui. Até porque disse à você que estaria mais presente.
Sei que prometi tanta coisa à você... Coisas que não tive (e nem teria como) cumprir.
Mas acho que você entende o por quê de cada coisa, cada promessa.

A gente aprende com o andar da carruagem que as pessoas são mais felizes com nossas sinceridades do que com nossas vontades de fazê-las felizes!

O que desejo nessa noite, é imaginá-la sorrindo, enquanto lê essas linhas.
Queria estar aí pra ver esse sorriso...

Mas não tem problema! Minha imaginação funciona bem!
E sua imagem é gravada aqui, no meu coração.




domingo, 21 de outubro de 2012

Certas coisas não mudam! Ou não deveriam mudar...

Vitória e eu!
E à isso, costumo dar o nome de essência!

Por quê mexer em time que está ganhando, não é verdade?

Escrevi milhares de vezes (ok, nem tanto assim) que a vida é um aprendizado e que a gente vai se conhecendo ao longo do tempo e blá, blá, blá...

E o mais tenso de tudo isso, é quando vamos resultando numa pessoa totalmente desconhecida para nós mesmos!

Falo por mim! Eu e minhas manias de querer mudar realidades que não precisariam ser alteradas.
Daí a gente dá umas cabeçadas, se mete em enrascadas, e diz que não tem sorte! Cadê Deus nessas horas?!

SIMPLES! Se tivesse falado com Ele antes, seria muito mais fácil... Ou não!
Mas pelo menos luz teria tido sobre determinada situação!

É como diz aquele ditado: "Quanto mais se mexe na M&*¨%, mais fede!"

Prá quê mexer então?!

Síndrome da rotina que não faz mal à ninguém! Muito pelo contrário!
Quando você se acostuma a determinadas realidades, tem sobre elas o controle necessário pra viver o cotidiano sem maiores transformações! E isso não é regredir no pensamento! Penso eu!

Mas pra quê dar murro em ponto de faca?

Acredito que por isso o mundo esteja louco do jeito que está! 
Tá tudo de cabeça pra baixo!

Valores?! Hein?! 
Vale-se pelo que se tem, e não por quem se é!
Acredito que na frase anterior, eu deva ter cometido uma gafe, mas acho que assim você entendeu o que eu quis dizer.

Aqui diante do meu computador, vou agradecendo a Deus pela minha atual realidade, na qual sou plenamente feliz!
Pode ser que amanhã ou depois surjam novas necessidades (e elas surgirão). Isso faz parte do processo!
Mas é como diz aquela música, "deixa acontecer naturalmente"!

Bem, tô de volta ao blog! Não sei até quando!
Já pendei em deletar isso aqui!
Pensei em abandoná-lo, simplesmente!
Não escrever mais! Já me despedi, e voltei de novo!

E mais uma vez, bateu a saudade desse cantinho aqui!

Na verdade, foi porque hoje é meu dia de escrever no blog das 30 pessoas. 
E como quis ser fiel ao meu compromisso com o blog lá, bateu uma saudade de estar aqui também, por isso voltei!

Espero ficar mais tempo dessa vez. Ou aproveitar o máximo enquanto não me canso de novo!

Blogueiros tem dessas coisas!

E pra encerrar esse post, deixo aqui um vídeo que descobri tempos atrás, porque uma amiga minha que tem um excelente gosto musical postou um trecho da música na timeline dela, no Facebook!

Não tive como não pesquisar!

Afinal de contas, ela colocou a parte da música, e aquele sinalzinho que indica que é uma canção, sabe?! Aquela notinha musical!

E como bom curioso que sou, lá fui eu dar Google! E adorei a letra!
Valeu aí, dos Santos! Ahahaha! 

Não conhecia essa música até o dia no qual ela postou essa parte: "Faz muito pouco tempo, aprendi a aceitar: quem é dono da verdade não é dono de ninguém!"

Muito bom!

Com vocês, Capital Inicial! Algum dia!


quinta-feira, 27 de setembro de 2012

O maravilhoso privilégio de fazer alguém sorrir!


Ainda olhava para o chão, quando uma mão tocou seu queixo, esforçando para levantá-lo.
Mas com toda a ternura.

Ela levantou o rosto, mas fechou os olhos.
E ele não insistiu para que os abrisse.
Apenas enxugou a tristeza que insistia em escorrer no estado líquido.
Fez-lhe um carinho nos cabelos, ouviu o silêncio que brotava do coração dela e o soluço que baixinho, ainda existia.
Começou a dizer então, quando aqueles lindos olhos tristes começaram a fitá-lo:

"Quanto ao quê passou, eu nada mais posso fazer. Só quem passa pelo sofrimento é que sabe o tamanho da dor e do estrago que ele causa.
Mas olha... À partir de hoje, tudo será diferente! Tô aqui contigo! Se você chorar, que seja de alegria!
Minha missão? Não! Não é missão!
É privilégio!
Fazer brotar nesse rosto um sorriso, todos os dias!
É claro... As dificuldades chegarão...
E a galope! Mas estaremos juntos, cuidando dos detalhes um do outro!
Hoje, eu quero proporcionar essa força pra você! Talvez um dia, nós estaremos de lugar trocado, e aí será a sua vez de me apoiar! Mas hoje, não se preocupe!"


Ela chorava. Ainda mais do que antes. Mas ele sabia que era um choro de liberação. De libertação.
Ela precisava daquele cuidado.


Ele já estava sentado, junto dela.
Puxou-a para mais perto de si, colocando a cabeça dela, apoiada em seu peito.

Queria dizer mil coisas. Queria dar certeza à ela de tanta coisa.
Mas sentiu que era momento de silenciar. O silêncio do coração que agora havia surgido, era o melhor pros dois.

A chuva continuava.
Mas o calor do jovem rapaz a aquecia. Não mais sofria pelo frio que o clima proporcionava, e nem pelo frio que as pessoas a fizeram sentir.

Agora, era diferente!
Uma leve esperança começou a despontar lá dentro do seu coração adolescente-quase-adulta.
"Não sou perfeito, viu?" - disse o menino.
"Mas com você, quero trilhar um caminho que será só nosso! E a gente vai chegar lá! Não sei como, mas a gente descobre juntos!"
Quase sem forças, ela sussurrou um "obrigada" quase imperceptível, que ouviu mais com o coração do que com seus ouvidos.

Privilégio ter alguém assim.
Privilégio ser alguém assim.


Com tantas incertezas.
Mas com todas as possibilidades e com todas as probabilidades que só o amor poderia construir.

quarta-feira, 26 de setembro de 2012

Grito da alma

Estava cansada.

Cansada e desesperada.

Não sabia mais o que fazer para chamar a atenção.


Não por simplesmente querer aparecer, mas porque precisava que alguém a enxergasse.
Sentia-se como aquele inseto que, em vão, tentava escapar pela janela, sem se dar conta de que a parece invisível tratava-se de um vidro. Intransponível.

Tentara, durante um tempo, entender o por quê de ter se tornado alguém sem importância para as pessoas com quem ela tanto se importava. Doía no fundo da alma não fazer diferença na vida de quem era tão cara pra ela.

Dentro dela, existia ainda aquela menina, feliz e meiga, que um dia existiu.

Mas estava escondida.


Doida pra se libertar. Ansiosa por se liberar.


Mas o triste, era que ninguém mais a via. E ela simplesmente não entendia.

Quando foi que aquilo começou?

Por que as coisas chegaram àquele ponto?


Deixou-se cair sobre as próprias pernas. Estava desistindo.

Seu olhar já não tinha aquele brilho.

Queria muito resgatá-lo.
E era muito provável que um dia o fizesse. Mas não ali. Não agora.


De longe, via as pessoas às quais entregou seu coração e seus segredos mais íntimos, na firme esperança de que todos os seus tesouros fossem bem guardados.

Mera ilusão.

Deixaram seu coração cair no chão.

Cacos espatifaram para todos os lados, em todas as direções. E ninguém teve a bondade de se abaixar, junto dela para cuidar do que restou.


Chovia.

Um vento frio entrava por alguma fresta. Um arrepio correu-lhe a espinha.
Pobre menina. Sem ninguém para ampará-la.
Nem forças encontrava para levantar dali para procurar fechar a janela por onde entrava a gelada brisa.

O grito de sua alma já não ecoava mais.

Lembrava, à essa altura, das histórias que sua avó lhe contava!

Sobre alguém que, em algum lugar, se importava com ela.

Achava tudo muito bonito!


Mas onde estaria então aquela pessoa, por ela tão esperada?


Começou a chorar baixinho.

Os soluços vieram seguida.


Já que gritar não adiantava, resolveu se render ao silêncio que só ela sabia e podia fazer.
Ouvia risos, ao longe.
Pessoas com suas histórias, vidas e afins.

Enquanto uma lágrima rolava solta, teimosa para encontrar o solo, ela imaginava o quão bom seria se tivesse tido a mesma sorte que elas.
Mas àquela altura, não tinha mais as certezas que um dia tivera.

Estava perdida em meio a esses pensamentos, quando viu, ao longe, alguém.

Alguém diferente. Não sabia bem o quê diferenciava aquele alguém.

Mas decididamente, não era mais um na multidão.


Aquele se tornaria único pra ela, um dia. Mas ainda demoraria muito. A jornada seria longa.

Mas nenhuma viagem começa, sem que se dê o primeiro passo.