quinta-feira, 14 de novembro de 2013

Terapia

Me olho no espelho.
Não me reconheço.
Não. Aquele não sou eu. 
Pelo menos, não era quem eu costumava ser.


Senti saudade de mim, mas o triste é que não sei como me encontrar.

Nem como reencontrar.


Uma luz no fim do túnel, uma terapia, que fez e faz parte de mim até hoje!

Decido seguir a luz, rumo ao desconhecido.

Novos caminhos, nova realidade, novo. Tudo novo.


O que passou, passou.

Quem passou, passou.


Como disse o Taz num tweet inesquecível:

"Todos falamos ao mesmo tempo. 
Eventualmente alguém nos responde."

Mas pra quê respostas? 
Quem as tem? 
Quem tem as certas?

Não sei. E prefiro assim ficar.


Se os olhos são a janela da alma, prefiro olhar o horizonte.

Ao menos nele, tenho a esperança de chegar a algum lugar.



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